孔子 – Confúcio, o grande sábio e mestre chinês

Confúcio (552-479 a.C.) é conhecido na China como Kongzi. Seu nome verdadeiro era Kong Qiu. Aos 18 anos, a mãe de Confúcio tornou-se concubina de um oficial de 66 anos.

Confúcio, o grande sábio e mestre chinês (Blue Hsiao/The Epoch Times)

Confúcio, o grande sábio e mestre chinês (Blue Hsiao/The Epoch Times)

Durante os últimos anos da Dinastia Zhou (1122-222 a.C.), o egoísmo aumentava a medida que a sociedade da época se desenvolvia. A antiga “grande virtude” dos imperadores das dinastias Xia, Shang e do começo da Dinastia Zhou foi substituída por interesses pessoais. Como resultado, a relação entre os Estados tornou-se tensa e várias guerras se sucederam.

Foi justo durante esse período que alguns grandes santos apareceram na China. Se o Tao dos ensinamentos taoistas de Laozi havia se tornado o caminho para retornar ao ser verdadeiro e original, então, a benevolência dos ensinamentos de Confúcio se tornou a norma moral para a conduta humana.

Confúcio (552-479 a.C.) é conhecido na China como Kongzi. Seu nome verdadeiro era Kong Qiu. Aos 18 anos, a mãe de Confúcio tornou-se concubina de um oficial de 66 anos. Quando Confúcio tinha três anos de idade, seu pai morreu. Apesar de ser muito talentoso, ele não era muito conhecido para a sociedade da época.

Ele trabalhou para o governo nos níveis inferiores e era responsável pela gestão do gado e do celeiro do Estado.

Aos 51 anos, ele foi promovido a oficial de alta patente. Durante sua gestão, ele defendeu o “princípio da benevolência” para governar o país e, infelizmente, sua filosofia política não foi adotada por seu monarca. Como resultado, Confúcio não teve escolha a não ser renunciar ao cargo. Assim, ele decidiu viajar e continuar promovendo seus pensamentos benevolentes.

Devido ao período de instabilidade política, sua filosofia política não obteve reconhecimento entre a nobreza. Como resultado, Confúcio retornou para sua cidade natal e se dedicou à educação. Ele estabeleceu uma escola privada e recrutou vários discípulos. Devido a seus esforços, seus ensinamentos se estenderam à sociedade civil, e assim, finalmente, ele foi considerado o primeiro educador da história da China.

Seus ensinamentos incluem quatro aspectos fundamentais: conhecimento e aprendizado, palavras e comportamento, lealdade e perdão, e justiça. Ele também estabeleceu quatro proibições: sem suposições ou palpites, sem arbitrariedade, sem rebeldia e sem arrogância.

Interesses pessoais eram raramente comentados por Confúcio, e se isso fosse trazido à tona, ele sempre relacionava ao destino, à benevolência e à virtude. Ele era capaz de iluminar seus discípulos quando não eram capazes de suportar as tribulações e dificuldades.

Confúcio fez uma grande contribuição à educação. Ele foi o primeiro educador a dedicar-se a educar as pessoas comuns. Ele teve mais de 3.000 discípulos, independente de suas classes, fossem ricos ou pobres, pois os que realmente queriam aprender eram todos aceitos por Confúcio e seus discípulos e obtiveram igual oportunidade de educação.

Na verdade, Confúcio é lembrado como “o grande sábio e mestre” do povo chinês, pois ensinou as pessoas como ser um bom ser humano e praticar seus princípios na vida diária.

Seus discípulos e gerações futuras se sentiram profundamente comovidos por sua justiça, bondade, humildade, cortesia, lealdade ao país e cuidado pelas outras pessoas.

Fonte: www.epochtimes.com.br

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